O parisiense Pierre está doente e se pergunta se irá morrer em breve. O fato de contemplar a morte lhe faz dar mais valor à vida, seja a sua, a dos outros ou a da própria cidade.
E seu estado faz com que olhe de forma diferente para as pessoas com quem cruza. Um dançarino, um arquiteto, uma agente social, um sem-teto, um imigrante africano, vendedores de frutas e legumes... todos parecem pessoas comuns, mas todos são, cada um à sua maneira, seres singulares.
E, para cada um, seus próprios problemas são o que há de mais importante no mundo.