| O arquiteto carioca Eduardo Reidy projetou o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro pensando em dialogar com a paisagem do local. O acervo do MAM foi formado ao longo dos anos 40 e 50 por inúmeras doações de artistas, empresários e algumas instituições oficiais. Constituiu-se numa grande coleção de arte do século XX. Porém, o incêndio de 1978 destruiu grande parte do acervo.
Desde 1993, o Museu de Arte Moderna recebeu, em regime de comodato, um reforço da Coleção Gilberto Chateaubriand, internacionalmente conhecida como o mais completo conjunto de arte moderna e contemporânea brasileira, contendo obras de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Di Cavalcanti, Portinari, Pancetti, Djanira, entre outros.
O colecionador reuniu praticamente todos os artistas que conquistaram um lugar de destaque internacional para a arte brasileira: Aluísio Carvão, Ivan Serpa, Antônio Dias, Rubens Gerchman, Carlos Vergara, Roberto Magalhães, Ernesto Neto e centenas de outros (são cerca de 400 artistas no total). O MAM abriga ainda 4 mil obras de fotógrafos brasileiros.
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