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O patriarca Ingmar vive em sua propriedade rural, cercado dos filhos e empregados. Agora não tem mais a companhia de sua mulher, que morreu. Para ele, chegou o tempo de repensar toda a sua existência. Enquanto isso, sua filha Karin vive um dilema. Ela está apaixonada por um homem mas a conveniência lhe aponta o casamento com outro. Acima de todos os dramas, prevalece o sentido de uma comunidade de camponeses que alimenta um profundo sentido da continuidade da vida através das gerações. Neste filme, há uma cena com um relógio sem ponteiros, símbolo da morte, que será retomada por Ingmar Bergman em seu filme Morangos Silvestres (1957), protagonizado pelo próprio Victor Sjöström. Bergman realizou, assim, uma dupla homenagem ao realizador que considerava como seu mestre.
Direção: Victor Sjöström
Duração: 123 minutos
Origem: Suécia
Ano: 1920
Sessão: 515 - 28/10 - 17h20 - Sala Cinemateca
Sessão: 752 - 31/10 - 15h50 - Cinesesc
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