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A encenação do julgamento de um líder guató, assassinado durante a reocupação da Ilha Ínsua, no Pantanal matogrossense, cujos assassinos nunca foram punidos, é usada para apresentar a cultura deste povo indígena. Considerados extintos nos anos 1960, os guatós foram redescobertos pela missionária Ada Gambarotto, nos anos 1970.
O documentário vai também até a Alemanha, pesquisar o acervo do etnólogo Max Schmidt, que fez os primeiros estudos da língua guató, depois retomados pela lingüista brasileira Adair Palácio.
Direção: Joel Pizzini
Duração: 109 minutos
Origem: Brasil
Ano: 2005
Sessão: 215 - 24/10 - 21h50 - Unibanco Arteplex 2
Sessão: 525 - 28/10 - 16h50 - Cinesesc
Sessão: 589 - 29/10 - 14h - Sala UOL de Cinema
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